sábado, 29 de junho de 2013

CONEXÃO DE SHABAT – PINCHAS - Cura



Parashá Mística: Nm. 25:10-29:40, Jr 1:1-2:3;

ZOHAR – VOL. 20;


Um plano articulado por Midianitas e o povo de Moav estava sendo levado a cabo contra Moshê, depois dos acontecidos com Balak. Agora uma grande orgia estava sendo perpetrada para fazer o grande libertador de Yisrael desconectar-se do seu Criador, e assim certamente cair em desgraça e trazer a maldição sobre todo o povo, que rumava para Kenaan, em busca do cumprimento da promessa.
 
Na cena grotesca destaca-se em plena orgia Zimri príncipe dos Simionitas e Cozbi a Midianita filha de Tsur. Era a desmoralização de todo o povo, que muitos fizeram acompanhar em cenas de adultério a céu aberto, sob os olhares de Moshê que parecia impotente, surgindo na cena PINCHAS, filho de Eleazar, neto de Aharon, que busca ao líder Hebreu sobre o acontecido tomando conhecimento que a pena para tudo aquilo seria a morte.
 
Tomando de uma lança Pinchas, mata o casal adultero, estancando a mortandade de 24 mil homens que tombaram pela desobediência. Pinchas recebeu a bênção de Hashem, e tornou-se um dos sacerdotes escolhidos pelo Eterno e símbolo da cura nesta Parashá. Aproveitemos este Shabat de Pinchas para proceder as nossas devidas correções, voltando-se em direção da luz circundante, e atingindo assim a espiritualidade plena, a Tsion, Shalom!

Moréh.  Altamiro de Paiva

 

 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

SHABAT SHALOM – Respeitando o Lugar Santo


A natureza é o palco da história da humanidade é onde se processa toda a evolução, nos seus mínimos detalhes. Por trás do grande Big Bang das coisas, persistia a presença da energia vital, animando e possibilitando que o processo de crescimento, ocorresse de modo que fosse um brinde ao surgimento da humanidade, da vida sobre a terra.

Por mais que situações adversas surgissem sobre a face do planeta azul, esse ser humano, jamais teve a sua extinção ocorrida, pois a sua origem vinha da energia vital que o originou, nos mais altos níveis da espiritualidade, em Keter. É bem lá, onde se manifesta o EU SOU, cuja forma inexiste e cuja ação se perpetua no grande kosmos.

Todas as vezes que ocorre a queda, se processa a cura. Na Parashá de Pinchas, a insurgência revelou-se com a quebra de valores, sobre o olhar quase impotente de Moshê e de Aharon, mas mesmo diante da negatividade que estava a predominar, PINCHAS, é o símbolo da correção que se processa, e por fim, tudo recomeçou e veio a Shalom, a Paz. Pense nisso. SHABAT SHALOM!

Moréh.  Altamiro de Paiva

 

 


sexta-feira, 21 de junho de 2013

SHABAT SHALOM – Driblando as Maldições


 
Na Torá o Criador nos informa que põe diante de nós as bênçãos e as maldiçoes. Quando conhecemos as Mitsvot e não as cumprimos, certamente poderemos ser atingidos pelas maldições, e aí sentimos o peso dos julgamentos e das correções que se processam em nossas vidas.

No entanto na dimensão física, em Malchuto, podemos ser alvos da itser Haráh, da má inclinação de outros e da Lashom Haráh da má língua, trazendo-nos angústia e dissabores. Como podemos manter uma atitude de blindagem contra tais influencias negativas? Realizando o trabalho Espiritual.

A Tsedaka, o cumprimento do Shabat, a leitura da Toráh, o fazer Micvêh, e o cumprimento das Mitsvout, são formas de blindagem espiritual, que permitem ao Criador adoçar os seus julgamento. Na Parashá de Balák, Bilam foi impotente para amaldiçoar a Israel que passava nas terras de Moav. Quando desejou a maldição, o Criador mudou a sua linguagem em bênção, e hoje podemos cantar MA TOVU. SHABAT SHALOM!

Moréh Altamiro Paiva

terça-feira, 18 de junho de 2013

BRIT SHALOM DE KAUÊ PAIVA - Cerimônia B'Nei Noach


“Da mesma forma, B’Nei Noach podem fazer uma cerimônia para celebrar o nascimento de um bebê”. (Cabalá e Meditação para as Nações; Rabino Yitzchak Gins Burgh, Pg. 146).

 

            FOTOS DA BRIT SHALOM DE KAUÊ PAIVA – 15 JUN 2013.
 










 

domingo, 16 de junho de 2013

SINTONIA SEMANAL – As três Coroas e a Cabalá


 


É nos relatado no Talmud que existem três tipos diferentes de coroas, que enobrecem o ser humano, sendo que dois estão restritos ao mundo temporal e outro vai além, escapando de qualquer forma de restrição. As duas primeiras são as coroas do Reinado e a do Sacerdócio.
 
A primeira, foi dada ao Rei Davi, conforme evidenciado por Hashem, através de: "Sua semente para sempre será, e seu trono como o sol perante Mim (Tehilim 89:37)." A segunda, foi dada à Aron, o Cohen-Gadol, quando o Eterno se refere assim ao irmão de Moisés:"Será para ele e, para seus filhos após ele um pacto de sacerdócio eterno (Bamidbar 25:13)!"
 
No entanto, a mais importante é a terceira coroa, pois esta é a coroa da Torá, pois "encontra-se pronta e posta para quem a quiser", como relata a Mishná. A Cabala nada mais é, do que uma forma que temos de revelar o que está oculto nos escritos, que nada mais são, do que códigos metafísicos que nos auxiliam a desvendar as verdades que foram deixadas por D´us.
 
Os sábios cabalistas nos informam que sua vivência, é "mais importante do que pérolas (PV 03:15)." Isto nos ensina que seu valor vai além do material, afinal esta palavra "Pérola" no hebraico vem da mesma expressão "interior". De fato a prática da Cabala nos mostra não só escritos, mas uma conexão com aquele que gerou tudo.
 
As Três Coroas, estão relacionadas originalmente ao número 3, que em Gemátria está situado no processo da evolução, mostrando que o sacerdócio e o reinado são estágios, entre o poder e a religiosidade. Em nossa existência material, nada é perpétuo, ao contrário da Torá.
 
O número 3, que representa a coroa da Torá, tem a ver com eternidade, algo que transcende o que é visível ou limitável. Pois representa a excelência e a confirmação de que um fato se completou. A vivência e estudo que nos revelam a Ohr (Luz), que se oculta nos dois números anteriores.
 
Shalom,
 
Rafael Chiconeli

PS: Copiado do Blog Eterno Oriente

 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

SHABAT SHALOM – A Vaca Vermelha


 
Na tentativa louca de se obter o perdão dos pecados e a salvação, o homem procura um porto seguro para as suas ansiedades e vicissitudes. Em alguns casos se depara com uma falsa esperança religiosa, que o faz vitima dos seus sentimentos de culpa, necessitando que alguém na ficção, faça a correção e a purificação dos seus maus atos.

A Parashá deste Shabat é CHUKAT - Purificação, a narrativa do sacrifício que necessitava de uma oferenda a vaca vermelha. Por que tal característica? O poder estaria na cor do animal? Era um sacrifício raro que requeria uma oferta rara. Para a Kabbaláh essa codificação teria a ver com a importância da boa escolha no trabalho espiritual.

Precisamos descobrir que em nossa caminhada necessitamos fazer correções, e somente nós podemos fazer. Ninguém está autorizado a purgar as nossas faltas, simplesmente porque somos o senhor do nosso destino. A rota está traçada pelo Criador, mas as escolhas nos pertencem, e ao fazê-las definimos o nosso futuro, o nosso destino. Chegou o Shabat, SHABAT SHALOM!

Moréh Altamiro Paiva

sexta-feira, 7 de junho de 2013

SHABAT SHALOM – Shabat Rosh Chodesh


 

 

Que legal estamos entrando no Shabat e no inicio também do Rosh Chodesh, da Lua Nova de Câncer no mês de Tamuz. Uma dupla bênção recebemos do Criador que nos proporciona refazer nossas energias, com as influencias de um novo ciclo para vivenciarmos nossa espiritualidade.

Precisamos liberar muita positividade para vivermos a comunhão com o Eterno, de maneira plena, sem neurose e com respeito ao nosso semelhante. Claro, como povo de HaShem, não estamos sujeitos ao que possa constar do Zodíaco, pois suas informações são mais observadas pelas nações, mas não podemos ignorar a sua influencia.

Na chegada do Shabat recebemos um maior potencial de Luz, quando a Shekinah do Criador nos influencia de tal modo, que segundo o Zohar, recebemos uma alma adicional. Procure sentir isso, no Shabat ficamos mais inspirados, sentimos alegria, cantamos e nos emocionamos, as luzes da cidade parecem brilhar mais, e somos invadidos por um sentimento de paz que alimenta a alma. Que bom! Chegou o Shabat, SHABAT SHALOM!

By Moréh Altamiro de Paiva